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Na temporada 2020, a Associação Brasileira de Criadores de Cavalo Quarto de Milha (ABQM) ampliará consideravelmente o número de coletas para exames antidoping. A medida visa garantir maior lisura, credibilidade e transparência às competições oficiais e oficializadas pela ABQM, além de preservar a integridade física dos animais e o desenvolvimento da raça Quarto de Milha em todo o país.

As coletas, nos eventos oficiais e oficializados, não serão informadas previamente aos competidores e/ou organizadores de provas. As análises dos materiais biológicos serão feitas pelo Departamento de Controle Antidopagem do Jockey Club de São Paulo. As contraprovas serão realizadas pelo laboratório da University of California – sediada em Davis –, maior escola de Medicina Veterinária dos Estados Unidos.
Quais substâncias são consideradas dopantes?
Segundo o Regulamento Antidoping da ABQM, são consideradas substâncias dopantes todas aquelas que constam no rol da Federação Equestre Internacional (FEI) – confira aqui. “Serão coletadas amostras dos cavalos classificados em 1º e 2º lugares e também poderão ser examinados animais sorteados, que estejam participando da mesma categoria”, informou o gerente de Esportes da ABQM, Henrique Campana.
Classificações, premiações e penalidades
Perdem todas as classificações e premiações recebidas, inclusive troféus e fivelas, os animais em que for constatado o doping. Conforme o Regulamento Antidoping do Cavalo Quarto de Milha, as penalidades variam de acordo com o grupo de substâncias dopantes, sendo aplicada multa, podendo variar de 03 a 20 salários mínimos e suspensão do cavalo, competidor e/ou treinador, pelo período de 30 a 180 dias.
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