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Na tarde de quinta-feira (18/02), a Câmara Setorial de Equideocultura do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), realizou a primeira reunião do ano com a participação virtual de mais de 30 pessoas. Entre eles, o representante da Associação Brasileira de Criadores de Cavalo Quarto de Milha (ABQM), o veterinário César Fabiano Vilela.
“Após alguns anos sem participar ativamente da Câmara Setorial, a Associação está novamente engajada e empenhada em estar entre outras entidades que fazem questão de colaborar com as políticas públicas do setor”, explicou o representante da ABQM.
Segundo o Dr. César Fabiano, a Câmara Setorial é um fórum de extrema importância. “Aqui nós temos um grupo qualificado para discutir, elaborar e, eventualmente, implementar as políticas públicas que vão melhorar, modernizar e incrementar o nosso segmento”, ressaltou.
Durante o encontro também houve a votação para a integração do Instituto Brasileiro de Equideocultura (IBEqui) à Câmara, que agora conta com 17 representantes de órgãos e entidades de diversas áreas do setor.
O presidente da Câmara Setorial, José Carlos Lodi Fragoso Pires, eleito em 2018, aos 28 anos, é também executivo de turfe, no Jockey Club de São Paulo, e desde que assumiu o cargo entrou na luta do segmento equestre, contra o Mormo e as imposições sanitárias do MAPA para a exportação de equídeos. De uma família que cria cavalos há muitas gerações, ele se tornou um especialista e tem se dedicado às causas do setor.
“A participação da ABQM é primordial nesse momento tão importante para a cadeia produtiva do cavalo, em todos os aspectos. Está na hora de nos unirmos e valorizarmos mais a Equideocultura em todas as suas formas”, completou o presidente.
Sobre a Câmara Setorial
A Câmara Setorial de Equideocultura foi instalada no dia 06 de outubro de 2003, em Goiânia (GO). A sua criação foi publicada no Diário Oficial da União do dia 06 de abril de 2004. Atualmente, a Câmara é constituída por 16 órgãos e entidades representativas dos diversos segmentos do setor.
A entidade tem como objetivo sugerir diretrizes para a elaboração de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento do setor, em concordância com o Projeto de Lei do Senado n° 254/2014, do senador Antônio Aureliano (PSDB/MG), para o desenvolvimento da Equideocultura brasileira. Entre eles estão:
- Monitoramento dos rebanhos, com disponibilização de dados quantitativos de rebanho e abates;
- Capacitação de servidores públicos responsáveis pela assistência técnica a rebanhos equídeos;
- Incentivo à pesquisa e inovação tecnológica nas áreas de manejo, sanidade, melhoramento genético e nutrição de equídeos;
- Controle sanitário dos rebanhos, com divulgação ampla das medidas sanitárias obrigatórias e padronização dos procedimentos de fiscalização;
- Simplificação dos procedimentos de importação e exportação de equídeos vivos, sêmen e produtos resultantes do abate dos animais;
- Isonomia tributária da bovinocultura como referência;
- Inclusão de linhas de crédito e valores do seguro rural, específicos para a Equideocultura no Plano Agrícola e Pecuário;
- Planejamento do uso do espaço urbano considerando o estímulo aos esportes e passeios equestres.
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