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Foi nos livros que Rodrigo Beduschi, 37, descobriu a importância da equoterapia. A busca por informações sobre o método terapêutico e educacional que utiliza o cavalo começou no ano de 2010. Época em que o médico veterinário sofreu um acidente de carro e teve uma lesão medular. Mesmo sem os movimentos das pernas, Beduschi não parou. Com o auxílio do tratamento, ele seguiu administrando a fazenda da família e montando cavalos.
“A equoterapia foi o primeiro passo para que eu voltasse a andar a cavalo. Ela me ajudou no tratamento da lesão medular e possibilitou fazer novamente o que mais gosto na vida, que é montar. Procuro fazer isso no mínimo uma vez por semana na fazenda, pois a visão do gado de cima de um cavalo tem seu valor. E o Quarto de Milha tem me ajudado nisso, pois tem conformação e temperamento ideais para a lida com a boiada”, destaca Rodrigo.
Apaixonado e feliz pelo que faz, ele se divide entre os Estados do Mato Grosso e Rio Grande do Sul. “Na Região Centro-oeste estão os negócios da minha família, onde administro o setor de pecuária, e na Região Sul a minha criação de cavalos Quarto de Milha. Animais que todos os anos preparamos para as competições da Associação Brasileira de Criadores de Cavalo Quarto de Milha (ABQM)”, revela o campeão estadual da modalidade de Ranch Sorting.
Rodrigo, que começou a montar quando criança, ainda competiu em outras modalidades – Team Penning, Seis Balizas, Três Tambores e Laço Comprido – e alcançou almejados títulos. “Com diversas linhagens em uma mesma raça, o Quarto de Milha é ideal para provas de velocidade e trabalho”, assegura. Duas de suas potras estiveram entre os 400 animais do 10º Congresso Brasileiro ABQM de Laço Comprido, realizado durante a Expointer 2017, em Esteio (RS).
Os principais benefícios da equoterapia

Os cavalos são selecionados e separados segundo uma série de características físicas e psicológicas e necessitam ser constantemente trabalhados e adaptados para a equoterapia. Através do Projeto EquoABQM, a associação apoia seis centros de equoterapia, que atuam em sete cidades e atendem 94 praticantes. “É indicada para o tratamento dos mais diversos tipos de comprometimentos motores e sociais”, ressalta a coordenadora do projeto, Katharina Metzler.
“O passo do cavalo exercita o equilíbrio, a coordenação, o tônus muscular e a postura. Além disso, possibilita ganhos psicológicos, aumentando a autoestima e a autoconfiança”, explica. As sessões do projeto são individuais e têm a duração média de 30 minutos cada. O tratamento de equoterapia dura em média dois anos, podendo ser reduzido ou estendido em função do diagnóstico, da característica de cada praticante, além de outros fatores intervenientes.

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