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A prova do cavalete já é tradição no Campeonato Nacional do Quarto de Milha. A brincadeira reuniu, ontem (17), no Recinto Clibas de Almeida Prado, em Araçaruba, a família quartista para a disputa dos atletas mirins na modalidade do Laço em Dupla, que aposta na nova geração para formar os futuros campeões da raça.
"As crianças se preparam para a disputa seguindo os passos dos pais que vêm participar da competição oficial. Nesse ano, eles mesmos organizaram tudo. Foram atrás das fivelas e pediram os brindes. Essa brincadeira começou há mais de 10 anos em Avaré, com o meu tio. Além de incentivar a prática dos esportes, traz toda a família pra estar junta", diz Lívia Magno de Oliveira, expositora e uma das organizadoras da prova que também compete no Breakway Roping.
Com chapéu, corda de laço, luva e vestidos a rigor, os pequenos se divertiram e deixaram os pais orgulhosos.
"É gostoso você ver que todos estão no mesmo caminho dos pais. Eu sou competidora de Breakway Roping e meu esposo de Laço Pé. É um esporte da família quartista. As crianças adoram a brincadeira e também é uma forma de incentivo aos Esportes Equestres da raça", diz Débora Ventura, mãe do Joaquim Ventura, de 8 anos, e também organizadora da prova.
No total, 28 atletas mirins, de 5 a 11 anos, participaram da competição em dupla pela melhor "laçada" no cavalete. O destaque ficou com os pequenos “cowboys” Miguel Sanches, de 6 anos, e Rafael Martins, de 8 - a dupla campeã na prova.
"Eu já treino, desde os três anos. Conheci o Miguel aqui, treinamos um pouco e fizemos uma boa prova. Como a outra dupla paletou, a gente venceu. Eu quero ser um futuro competidor e campeão do Laço do Quarto de Milha", disse Rafael.
Cowboys e Cowgirls do futuro
Para Renato Garcia, vice-presidente da ABQM e competidor do Laço Individual, a competição é uma forma lúdica de entretenimento e faz as crianças já estarem em contato, desde cedo, com o esporte.
"É um ambiente saudável e familiar em que eles se aproximam do mundo de competições sem deixar a diversão de lado. A nossa ideia é incentivá-los a tomar gosto pelos esportes da raça e já estarem em contato com o universo do cavalo desde criança. Sem dúvidas, o nível do laço, que já altíssimo, vai melhorar ainda mais com os futuros competidores, justamente porque eles começaram a ter intimidade com a corda muito cedo. A família quartista tem que manter viva essa tradição", afirma Renato.
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